quarta-feira, agosto 27, 2008

"Que importa é se sentir bem, que importa é fazer o bem!"


Não costumo encaminhar essas mensagens de reflexão, por achá-las muito bobinhas, ou sem fundamento com a pretensão de fazer uma revolução em nossas almas, porém, esta aqui, paesar de parecer um clichê é uma verdade da vida, principalmente para nós mulheres que atribuímos a nossa felicidade ao encontro de um grande amor, ao casamento ou constituição de uma família, ilusões clássicas do imaginário femimino.
Agora estou num momento de paz, mas meu alerta é o seguinte: antes, eu também estava. Estava feliz quando era solteira, e agora que estou com namorado, também; porque não devemos vincular nossa felicidade interior a ninguém ou a nada.Devemos procurar em nossas essências o equilíbrio e a paz, e então descobriremos que não foi o namorado, o dinheiro inesperado ou aquele carinho dos amigos que nos fizeram felizes, estes são momentos ou ocasiões de alegria.
É preciso ser feliz, primeiramente, sozinho.

"Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade.

SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém o tenha machucado, magoado, mesmo que alguém não o ame ou não lhe dê o devido valor.

Vejam por quê:

Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas:

– Seu marido a faz feliz? Ele a faz feliz de verdade?

Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança. Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento. Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro 'NÃO', daqueles bem redondos!

– Não, o meu marido não me faz feliz!

(Neste momento o marido já procurava a porta de saída mais próxima).

Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz.

E continuou:

O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista interminável.

Eu decido ser feliz! Se eu tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz!

Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz!

Se meu emprego é bem remunerado ou não: eu sou feliz!

Sou casada mas era feliz quando estava solteira. Eu sou feliz por mim mesma.

As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de “experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria e tristeza”.

Quando alguém que eu amo morre eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza.

Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.

Há pessoas que dizem: “hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai”.

Eu amo meu marido e me sinto amada por ele desde que nos casamos.

Amo a vida que tenho, mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade.

Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve.

E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos."

segunda-feira, agosto 25, 2008


Hoje acordei sem nenhuma pretensão ideológica. Deixei as coisas correrem de forma ordinária e me desleixei de tudo aquilo que tenho como disciplina. A panela fumegava, bafejando ares de feijão perfumado, comidinhas e temperinhos secretos que vem da mão do amor, amor maternal. Ela, cuidadosamente, ainda inflava um bolo que dourava no forno. Despediu-se, apanhou sua trouxinha de presentes e partiu. Eu fiquei aqui, ainda levitando pela casa, talvez esperando um vento que deslocasse sem eu que fizesse muito esforço, tamanha a preguiça de minha alma e corpo.
Eu fiquei pensando se havia vida inteligente na televisão, se por detrás dos produtores de programa existia um grande zombador que dizia, coloquem isso no ar, vamos ver se esses mentecaptos adoram ou não e, por um motivo mais que óbvio, desliguei a máquina de alienação em massa: as cotas da costa do petróleo estão sendo discutidas e nós podemos sorrir com as artimanhas de um pequeno cão que faz acrobacias ou uma mulher que reproduz bebês humanos com perfeição, podemos fazer isso e não reparar na cotação do euro, não ver as mudanças na intolerância chinesa e comemorar poucas medalhas, que na verdade, são até milagreiras, devido a pouca importância e incentivo dado aos atletas.
Eu fiquei ali, vendo você partir. Parecia a bonequinha de luxo, mas por dentro eu poderia cantar uma música Piaf, dolorosa, manchada e desesperadamente down.
Eu fazia pose. E enquanto como essas trufas, lembro que preciso de rios de chocolate para elevar minha serotonina e bombardeamentos de cores, de aromas, talvez uma terapia intensiva com algum grupo alternativo para esquecer que você esteve ali, que enfiou os pés na areia, que me apoiou com seu ombro, que viu as cores da cidade e que estava naquela sacada do hotel, sorrindo.
Minha única pretensão desse dia, era tentar dizer a você que estou assistindo os episódios do Sr. Rezzonico e que sozinha, eu ainda imito o quadro, pois ninguém vai entender uma só palavra de italiano ou nossa vida juntos.

Trash English Version!


Today I woke up without any ideological pretension. I left the things running as ordinary form and I neglected myself of everything what I have as disciplines. The pan was on fire, spreading perfumed beans airs, food and secret sauces that come by the hand of the love, maternal love. She, carefully, still inflated a cake that baked in the oven. She said farewell, she pick up her little bag gifts and left. I was here, still floating around the house, perhaps waiting a wind that could dislocate me without any effort of mine, considering the great laziness of my soul and body. I was thinking if there was intelligent life in the television, and if behind of the program producers there is a great joker that says “ put this on air, let´s see if these fools adore or not and, for a reason more than obvious, I disconnect the machine of alienation in mass: the coast of pretroil´s quotas are being argued and we can smile with the cunnings of a small dog that makes acrobatics, or a woman who reproduces human babies with perfection, we can make this and doesn´t care about quotation of euro, not to see any change in the Chinese intolerance and commemorate few medals, as a matter of fact, are until miracles, because of little importance and incentive given to the athletes here in our country.
I was there, seeing you leave. I looked like Hepburn in Breakfast at Tiffany, but on the inside I could sing a Piaf music, painful, spotted and madly down. I made pose. And while I ate those chocolates I remember that I will need rivers of chocolate to raise my serotonina and bombs of colors, of aromas, perhaps intensive therapy with some alternative group to forget that you were there, steping on that white sand, feet on in it, supported me with your shoulder, that you saw the colors of the city and that it was in that one drawn of the hotel, smiling.
My only pretension of this day, was to try to say you that I am attending by myself the episodes of Mr. Rezzonico, and completely alone, I still imitates that scene, therefore nobody couldn´t understand one word of Italian, neither our life together.


Versione in italiano brutissimo!


Oggi ho svegliato senza alcuna pretenzione ideologica. Ho lasciato le cose che funzionano poichè forma ordinaria e mi sono trascurato di tutto che cosa ho come discipline. La pentola a pressione era su fuoco, spargente i fagioli profumati ventila, alimento e salse che ottengono la mano dell'amore, amore materno di segreto. Ancora ha gonfiato con attenzione una torta che ha cotto nel forno. Ha detto l'addio, prende i suoi piccoli regali del sacchetto ed ha andato. Qui, ancora stavo galleggiando intorno alla casa, forse attendendo un vento che potrebbe slogarmi senza alcun sforzo di miei, tenendo conto di grande pigrizia della miei anima e corpo. Stavo pensando se ci fosse vita intelligente nella televisione e se dietro dei produttori di programma ci è un grande burlone che dice che “metta questo su aria, e vediamo se questi sciocchi adore o non” e, per un motivo più evidenti, io staccano la macchina dell'alienazione nella massa: il litorale delle quote dei pretroil´s sta discutendo e possiamo sorridere con le astuzie di piccolo cane che fa i acrobatics, o di una donna che riproduce i bambini umani con la perfezione, noi possiamo rendere questo e la cura del doesn´t circa la citazione dell'euro, non vedere alcun cambiamento nell'intolleranza cinese e non commemorare poche medaglie, in effetti, è fino ai miracoli, a causa di pochi importanza e motivo dati agli atleti qui nel nostro paese.

Ero là, vedendolo andare. Ho esaminato come Hepburn in Breakfast at Tiffany, ma sulla parte interna potrei cantare una musica di Piaf, doloroso, macchiata e pazzo giù. Ho fatto la posa.
E mentre ho mangiato quel cioccolato che mi ricordo che avrò bisogno dei fiumi di cioccolato di alzare il miei serotonina e bombe dei colori, degli aromi, della terapia forse intensa con un certo gruppo alternativo per dimenticare che eravate là, piedi su quella sabbia bianca, i piedi sopra in esso, lo hanno sostenuto con la vostra spalla, che avete veduto i colori della città e che era in quell'tirata dell'hotel, sorridendo.
La mia soltanto pretenzione di questo giorno, era di provare a dirlo che sto assistendo da me agli episodi del Signor Rezzonico e completamente solo, la I ancora imita quella scena, quindi nessuno va capire una parola di italiano, o la nostra vita insieme